Habite em nós com abundância,

a Palavra de Cristo.

A Palavra de Cristo nos dê sabedoria,

para nos orientar e aconselhar na vida!

Cantemos a Deus,

de todo o coração, a nossa gratidão,

com salmos, hinos e cânticos inspirados.

Tudo o que fizermos, por palavras ou por obras,

seja tudo em nome do Senhor Jesus.

O Pão da Palavra e o Pão da Eucaristia

alimentem a nossa unidade,

para caminharmos juntos.

Ámen.

Celebramos hoje, pela sétima vez, o Domingo da Palavra de Deus. No dia 30 de setembro de 2019, o saudoso Papa Francisco fixou este III Domingo do Tempo Comum como Domingo da Palavra (Motu proprio Aperuit illis, n.º 3). Fazemo-lo também, no contexto da semana de Oração pela unidade dos cristãos, que decorre desde 18 até este domingo, 25 de janeiro. E “não se trata de mera coincidência temporal: a celebração do Domingo da Palavra de Deus expressa uma valência ecuménica, porque a Sagrada Escritura indica, a quantos se colocam à sua escuta, o caminho a seguir para se chegar a uma unidade autêntica e sólida” (Ibidem). A finalidade deste Domingo da Palavra é “renovar o compromisso em favor da difusão, conhecimento e aprofundamento da Sagrada Escritura, para compreender a riqueza inesgotável que provém daquele diálogo constante de Deus com o seu Povo” (Papa Francisco, Bula Misericordia et Misera, n.º 7). Vamos, por isso, nesta celebração comprometer a nossa vida com esta Palavra e, à luz desta Palavra, rever toda a nossa vida. Abramos a nossa mente e o nosso coração, para dar resposta ao lema proposto para este Domingo da Palavra: “A Palavra de Cristo habite em vós com abundância” (Cl 3,16).

Gostaríamos de percorrer

o caminho da Quaresma à Páscoa,

acentuando agora o imperativo «abre-te»

ao domínio dos cinco sentidos.

Porque a atrofia dos sentidos, impede-nos,

tantas vezes, de ver, de escutar, de tocar, de cheirar

a realidade concreta da vida,

pela qual Deus Se revela e nos interpela à conversão.

Esta conversão implica a abertura a Deus e aos irmãos.

E essa abertura começa necessariamente

pelo esforço pessoal de abertura dos cinco sentidos

ao conhecimento vital e à experiência de Deus,

Celebramos hoje, pela sétima vez,

o Domingo da Palavra de Deus.  

Fazemo-lo também, no contexto da semana de Oração

pela unidade dos cristãos,

que decorre desde 18 até este domingo, 25 de janeiro.

A finalidade deste Domingo da Palavra é

renovar o compromisso em favor da difusão,

conhecimento e aprofundamento da Sagrada Escritura,

para compreender a riqueza inesgotável

que provém daquele diálogo constante de Deus com o seu Povo”.

Veja em anexo. recursos para a celebração.

Celebramos hoje o 2.º Domingo do Tempo Comum. Depois das festas natalícias e da Manifestação do Senhor no seu Batismo, chegou a hora de Jesus ser apresentado por João Batista. Conhecer Jesus e dá-l’O a conhecer com mansidão é o testemunho que João nos deixa hoje. Na verdade, as imagens belas do cordeiro e da pomba sugerem-nos a mansidão, como forma de ser e como estilo de evangelização. Deixemo-nos então converter pelo Senhor, cuja força e poder Se revelam no Seu coração manso e humilde.

Irmãos e irmãs:  Todos esperam por Ti. Com este lema, percorremos um longo caminho, desde o início do Advento, a 30 de novembro, até chegarmos hoje (10/11 de janeiro) à celebração da Festa do Batismo do Senhor. Esta Festa do Batismo do Senhor conclui o Tempo do Natal e o ciclo da Manifestação do Senhor e oferece-nos uma imagem de Jesus, que não estávamos à espera.  Jesus, que desceu do céu à terra, desce até ao mais fundo da nossa fragilidade, para daí nos resgatar, libertar e redimir. Agora, aquele «Todos esperam por Ti», voltado para Jesus, vira-se para todos nós, para todos os batizados, para cada um, a quem Jesus diz: “Agora, é por ti, que todos esperam”. Respondamos a este desafio com coração humilde.

No caminho, andam uns Magos, em busca do Salvador. Procuram aprender a ler os sinais, a ouvir os outros, a escutar as Escrituras. E, pelo Caminho, encontram o Messias esperado, em Belém, no Presépio, a “Casa do Caminho”. Ali se prostram em adoração e oferecem os seus presentes e, depois, voltam, mas por outro caminho. Nesta Solenidade da Epifania – que em Itália, por ser feriado, se celebrará no próximo dia 6 de janeiro – o Papa Leão XIV concluirá o Jubileu da Esperança, encerrando a Porta Santa da Basílica de São Pedro em Roma. Agora, há que dar continuidade a esta Esperança que não engana e não morre, que é o Senhor Jesus. Termina o ano Jubilar, mas não termina o caminho, nem se fecha a porta da Esperança. Ela continua aberta e a abrir-nos caminhos de esperança. Como os Magos, dobremos os nossos corações, prostrados, diante da humildade do Menino, e peçamos ao Senhor que ilumine as trevas do coração com a luz da sua paz.

Salve Ano Novo de 2026! Feliz dia 1 de janeiro, do ano da graça de Nosso Senhor Jesus Cristo. Janeiro deve o seu nome ao deus pagão dos começos, das passagens e dos portais, que era representado pelos romanos com duas faces, uma voltada para o passado e outra para o futuro. Para nós, cristãos, a história está grávida de Cristo e o tempo é sempre graça, oportunidade, bênção. Mesmo se já se fecharam as Portas Santas do Jubileu, nas Dioceses do mundo inteiro, Cristo, nossa esperança, permanecerá sempre connosco. Ele é a Porta sempre aberta, que nos introduz na vida divina. Acolhamos, sim, a graça de um novo ano civil, com o encanto e a esperança de uma frágil criança, ao colo de Sua Mãe. Neste Dia Mundial da Paz, abram-se, no nosso coração, caminhos de Paz.

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