Movimento Esperança e Vida

Movimento Esperança e Vida 2019/2020

MOVIMENTO ESPERANÇA E VIDA

A VIDA NÃO ACABA. APENAS SE TRANSFORMA

 

“Assumir pastoralmente a Caridade como dimensão fundamental de toda a comunidade eclesial, tal como a Profecia e a Liturgia, promovendo os carismas e grupos de serviço da Caridade”(PDP 2019|2020, Proposta 28, p. 20).

 

Este Movimento está vocacionado para oacompanhamento pastoral das mulheres viúvas e sós. Conta atualmente com 21 elementos participantes.Seguirá como proposta para os temas mensais de reflexão continuar com o livro de Joan Chittister,A dádiva dos anos.Amadurecer com Graciosidade,Ed. Paulinas Prior Velho 2012. Quando terminar, adotar José Carlos Bermejo, Pensamentos para oferecer. Envelhecimento ativo,Ed.Paulus, Lisboa 2014. Participam no velório, como Grupo In Manus tuas, às 17h00,quando este coincidir com o dia do encontro,às15h00.

 

ENCONTROS MENSAIS

 

Data

Horário

Tema

8 de outubro

15h15

 

12 de novembro

15h15

Com o Pároco | Tema: a esperança da Ressurreição

10 de dezembro

15h15

 

15 de dezembro

13h00

Almoço Nossa Senhora do Ó

14 de janeiro

15h15

 

11 de fevereiro

15h15

Com o pároco | Dia Mundial do Doente | Tema: Mensagem do Papa

10 de março

15h15

 

21 de março

13h00

24 horas para o Senhor | Igreja Antiga

14 de abril

15h15

 

12 de maio

15h15

Com o Pároco | Tema: Maria Desolada e Consoladora

18 de maio

18h30

Oração do Rosário | Igreja Paroquial (comunicar alteração)

09 de junho

15h15

 

13 de junho

Dia

Dia da Comunidade – local e dia a confirmar

14 de julho

18h00

Aniversário de ordenação do pároco

Temas: seguir orientações do Movimento a nível nacional e diocesano.  

Contar com a colaboração do pároco e dos diáconos.

 

 

GRUPO IN MANUS TUAS

INTEGRAR A MORTE NO HORIZONTE DA VIDA!

 

“A pergunta sobre a morte é a pergunta sobre a vida, e manter aberta a pergunta sobre a morte, talvez, seja a maior responsabilidade humana para manter aberta a pergunta sobre a vida” (Papa Francisco).

 

A partir de novembro de 2018, a Paróquia conta com este grupo, que se denomina “In Manus Tuas” («Nas Tuas mãos»). O nome recolhe a sua inspiração na frase bíblica (Lc 23,46; Sl 31,6) de Jesus na Cruz («Pai, nas Tuas mãos entrego o meu espírito») e serviu de lema episcopal a Dom António Francisco dos Santos, que queremos assim homenagear. A missão deste grupo é ajudar as famílias em situação de luto, acolhendo, acompanhando e rezando, com elas, desde logo no velório que tem lugar na capela mortuária. Será um sinal da presença da comunidade que sabe chorar com quem chora, sofrer com quem sofre, exercitando pela oração a virtude da esperança cristã. A sua presença junto da família pode ajudar também o pároco a tornar mais pessoal e familiar a celebração exequial, com elementos da história de vida, que sejam sinais de Deus, sementes do Verbo ou desafios de esperança.

 

Um dos propósitos, na sequência do Ano da Misericórdia, é responder à necessidade de um maior cuidado pastoral, por ocasião da morte. Precisamos de valorizar os gestos de acolhimento, de presença e de proximidade, de oração e de acompanhamento das pessoas, em situações de luto. A Igreja não pode alhear-se dos seus filhos, em situações tão dolorosas, como é esta, “quando a morte crava o seu aguilhão” (cf. Papa Francisco, Misericórdia et Misera, n.º 15; Amoris laetitia, n.ºs 253-258). “Por isso, exorto a que animemos de maior espírito pascal as celebrações exequiais e formemos um grupo de oração que acompanhe os velórios e aqueles para quem o luto é mais difícil” (Pe. Amaro Gonçalo, Homilia, 2.11.2017). Destacamos duas ações e as respetivas boas e más práticas:

 

Acompanhar o luto

Más práticas:

 

  • Dizer frases rotineiras sem conteúdo, por não se saber manter o silêncio e o abraço.
  • Generalizar: «mais cedo ou mais tarde toca a todos»; «um dia todos nós teremos de ir».
  • Interpretar a morte em termos fatalistas: «todos temos um destino».

 

Boas práticas:

  • Promover a aceitação da morte.
  • Estar atento às necessidades concretas, respeitando ritmos, melhoras e retrocessos no processo de elaboração do luto.
  • Permitir que a pessoa desafogue os seus sentimentos, sejam eles quais forem, mesmo absurdos e sem sentido.

 

Humanizar os ritos

Más práticas:

  • Evitar os ritos por serem questões tradicionais.
  • Impor ritos que não tenham significado para os participantes, caindo em «fazer teatro» ou puro formalismo.
  • Impedir a participação das crianças nos ritos.

 

Boas práticas:

  • Preparar os ritos, personalizando-os na justa medida, respeitando a sua dimensão repetitiva.
  • Fomentar a participação de todas as pessoas protagonistas, nos momentos em que os ritos o preveem.
  • Utilizar símbolos significativos para os participantes, impedindo que sejam meros formalismos frios.

 

Compromissos com a comunidade

 

  • Participação no almoço de Nossa Senhora do Ó, no domingo, dia 15 de dezembro.
  • Participação no retiro vicarial, no sábado, dia 22 de fevereiro.
  • Participação no Dia Diocesano dos cuidadores: 7 junho (Casa Diocesana de Vilar) – data vai ser alterada.
  • Participação no Dia da Comunidade – 13 de junho.

 

 

 

 

 

 

                                                      

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