Paróquia Senhora da Hora
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Devemos ser mais ousados, em “procurar os afastados, em convidar os excluídos” (EG 24). Muitas vezes, os que nos parecem dizer “não”, os que nos parecem pouco recomendáveis, tal como Zaqueu (Lc.19,1-10), estão à espera que passemos debaixo da árvore das suas vidas e os convidemos a descer, para seguir Jesus e O servir com todas as suas riquezas.
No próximo dia 3 de outubro, das 10h às 17h, realiza-se aqui na nossa Paróquia de Nossa Senhora da Hora a Feira de Trabalho e Empreendedorismo. Será um dia aberto à comunidade, com oportunidades de emprego, divulgação de vagas e formações do IEFP, estaremos a receber currículos que depois serão enviados a empresas e agências de emprego.
Se, para o Apóstolo, «viver é Cristo», é porque Cristo é a sua vida, no sentido por ele confessado: «já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gál.2,20). Paulo compreende-se como um instrumento nas mãos do Senhor, para fazer conhecer o Seu Nome! Paulo vê todas as coisas, sempre pelo lado do que mais importa à evangelização, ou como dirá adiante, tem sempre em vista “o progresso e a alegria da fé” (Fil.1,22-26) nas suas comunidades. Nada mais lhe interessa, senão que Cristo seja anunciado (Fil.1,18).
Com setembro à espreita, abre-se a porta do novo ano pastoral 2026-2027. Precisamos de o preparar bem, e juntos, cada qual com o seu contributo pessoal e original. Será um ano pastoral marcado por dois acontecimentos relevantes: a Visita Pastoral Interparoquial dos Bispos Dom Manuel Linda (bispo do Porto) e Dom Joaquim Dionísio (bispo auxiliar do Porto), de 17 a 29 de novembro, e ainda a realização do Sínodo Diocesano, sob o lema “Ser Porto: formar, reformar, transformar”.
O Tempo da Criação 2026 é uma celebração ecuménica realizada entre 1 de setembro e 4 de outubro, dedicada à oração, à reflexão e à ação em favor do cuidado da criação. O tema escolhido para este ano é “Água Viva”, inspirado na passagem bíblica de Ezequiel 47,9-12, que apresenta a água como fonte de vida, cura e renovação.
Para formar, reformar e transformar a diocese do Porto, o Sínodo Diocesano avança com um logotipo de comunhão, escuta e corresponsabilidade onde pontificam a rede e a cruz. A criatividade tem a qualidade de João Lopes Cardoso.
“Ide vós também para a minha vinha”. Este apelo insistente do Evangelho do passado domingo, repete-se agora, na ternura do Pai, que diz a cada um: “Filho, vai hoje, trabalhar na vinha”. Ele espera um sim, coerente e consequente, que se traduza em obediência filial, em serviço, em compromisso, com gestos concretos e não com palavra vazias. “De palavras estamos cheios, mas de obras vazios” (Santo António de lisboa). Porque muitas vezes dizemos sim… mas não agimos em coerência e em consequência, peçamos perdão.
Deus perdoa sempre, o homem perdoa às vezes, mas a Natureza nunca perdoa. Este célebre ditado vem-nos à mente, de frente à Palavra de Deus, que nos fala do perdão, que recebemos de Deus e nos torna capazes de perdoar ao irmão, de todo o coração! E, neste Tempo da Criação, somos também convidados a reconhecer o pecado ecológico em tudo o que é ação ou omissão contra a Criação. Entremos nesta celebração com humildade, pedindo a Deus graça de um grande perdão, que tem volta, para caminharmos juntos, de coração limpo.
A volta chegou. Setembro é o mês de voltar: a casa e à família, à escola e ao trabalho, à comunidade paroquial e à vida pastoral. Ao celebrarmos o domingo, o primeiro dia da semana, sentimos o apelo do encontro com o Senhor e do reencontro com os irmãos. Olhando-nos uns aos outros, aqui reunidos, podemos exclamar, como o salmista: “Ó como é bom e agradável viverem os irmãos bem unidos” (Sl 133/132,1), porque “onde dois ou três se reunirem em Meu nome — disse Jesus — Eu estarei no meio deles” (Mt 18,20). Mas, ao olharmos para o nosso lado, sentimos também a falta de quem não veio, de quem desertou, de quem desistiu ou se zangou. Somos todos chamados a sair ao encontro de cada irmão, para o atrair para Cristo, para o reconduzir à alegria da comunhão. Este podia ser então o nosso duplo propósito de setembro: voltar à comunidade e trazer de volta o irmão!
Neste quase final de agosto, a Palavra de Deus convoca-nos a viver «ao gosto de Deus», conformados ao mistério da Cruz de Cristo. Jesus mostra-nos que não há seguimento verdadeiro sem Cruz, nem vida plena sem o dom de si mesmo até ao fim. Por isso, ao iniciarmos esta celebração, peçamos a graça de pôr Cristo à nossa frente e de caminhar atrás d’Ele, deixando que a nossa mente, o nosso coração e a nossa vida sejam formados, reformados e transformados pelo seu amor.
O clima social e meteorológico do mês de agosto parece mais propício à evasão, à fuga e à distração, do que ao silêncio, à reflexão, à surpresa, ao estado de maravilhamento ou ao espírito de interrogação. Deixemo-nos interpelar pelas muitas perguntas e desafios, que a Palavra de Deus faz ressoar em nossos corações. E que este encontro com Cristo vivo na sua Igreja dê glória a Deus para sempre!
Depois da Assunção, somos convocados, neste domingo, a louvar e a engrandecer a fé de uma outra mulher, desta vez estrangeira, libanesa e pagã. É um belo testemunho de fé de uma estrangeira, nesta conclusão da Semana das Migrações. O Senhor desafia-nos a acolher e a escutar o grito dos mais pobres, dos excluídos e dos estrangeiros, para que a família, a Igreja e o mundo se tornem verdadeira Casa comum para todos os povos (cf. 1.ª leitura), para todos os filhos de Deus que andam dispersos. Que esta Igreja seja uma Mãe de coração aberto para todos os que queiram entrar e encontrar o seu lugar. Confiemo-nos desde já ao Senhor, que usa de misericórdia para com todos (cf. 2.ª leitura).
A nossa missão
Palavras que nos guiam



















