Paróquia Senhora da Hora
Notícias &
Artigos
Disse o Papa Leão XIV há poucos dias: “se fazemos parte de Cristo, a sua ausência causa-nos uma inquietação que podemos comparar à fome corporal”. A Eucaristia Dominical – disse o Papa – vai ritmando a nossa existência como a de uma criança que recebe o alimento da sua mãe, como a de um desportista que vai medindo as forças necessárias para chegar à meta”.
Através de uma Carta Pastoral, o bispo do Porto, D. Manuel Linda e seus bispos auxiliares, D. Vitorino Soares, D. Joaquim Dionísio e D. Roberto Mariz, apresentam uma mensagem sobre o Sínodo Diocesano que já está a decorrer entre 2026 e 2028. O início oficial foi no passado dia 24 de maio na Solenidade de Pentecostes.
Foto Voz Portucalense.
Valorizemos a nossa magnífica humanidade, sentando-nos mais à mesa: em família e com os amigos, com tempo longo para nos olharmos, conversarmos, alimentarmos a nossa comunhão familiar, fraterna e amiga. Não cedamos à pressa, ao isolamento. Não deixemos que a tábua sagrada da mesa familiar seja substituída pelo tablet eletrónico!
Como funciona o Mercado das Sete Bocas? Você cozinha e oferece um bolo, uma bola, uns salgados, uns aperitivos, umas delícias da casa… que a Paróquia põe à venda, no adro da Igreja. Oferecendo ou comprando ou as duas coisas Você está a contribuir para saldar a dívida da Paróquia e a mostrar que se sente em casa. Onde todos ajudam, nada custa.
“Magnifica humanitas”, a primeira encíclica de Leão XIV, não é, antes de tudo, um texto analítico sobre inteligência artificial, nem entra em detalhes sobre processos em constante evolução.
No próximo dia 31 de maio de 2026, o Parque da Cidade de Penafiel será palco do Dia Diocesano da Família, uma iniciativa promovida pelo Secretariado Diocesano da Pastoral Familiar (SDPF) do Porto em articulação com a Câmara Municipal de Penafiel.
Não somos uma multidão anónima. Somos um reino de sacerdotes, uma assembleia santa, um povo sacerdotal. Quando nos reunimos, em assembleia, para celebrar a Eucaristia, formamos um só Corpo, uma só equipa. Pelo Batismo, tornamo-nos membros deste Povo sacerdotal, que é chamado a fazer da sua vida um dom de amor, um sacrifício de louvor a Deus, pela salvação dos irmãos. Pelo Batismo, participamos deste sacerdócio de Jesus, unindo-nos, em Eucaristia, ao dom que Ele mesmo faz da Sua vida ao Pai por nós. Pelo Batismo, somos todos chamados pelo nome próprio, resgatados pelo mesmo amor e enviados em missão, para dar de graça aos outros, o que de graça recebemos do Senhor.
Estamos a celebrar o X Domingo do Tempo Comum, passadas já as duas grandes Solenidades! A Liturgia de hoje permite-nos retomar os fios e recapitular os desafios das Solenidades da Santíssima Trindade e do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo: cuidar da nossa magnífica humanidade e das nossas relações humanas, sentando-nos à mesa, e dar vigor e vitalidade à nossa comunhão, sentando-nos à mesa da Palavra e da Eucaristia. Deixemos que o olhar misericordioso de Jesus pouse e repouse sobre nós, para que nos toque e transforme o coração, para que nos levante do chão, nos sente à mesa e nos torne participantes do banquete do Reino.
Belo é este dia de quinta-feira, em que celebramos a Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo. Nesta quinta-feira do «Corpo de Deus» recordamos, em espírito festivo, aquela outra Quinta-Feira Santa, em que Jesus, na noite em que ia ser entregue, tomou o pão e o vinho e, por meio destes dons, prometeu ser e estar presente connosco até ao fim dos tempos. Hoje somos desafiados a celebrar a Eucaristia, como mesa e alimento que nos forma à imagem do Corpo de Cristo e transforma, conformando-nos a Ele. Que a partilha do mesmo Pão nos forme como membros do único Corpo de Cristo e nos dê o fermento da renovação de todas as coisas em Cristo.
No sinal da Cruz, e na Saudação que agora mesmo vos dirigi, invocámos juntos a Santíssima Trindade: o amor fiel e misericordioso de Deus nosso Pai, a graça libertadora de Nosso Senhor Jesus Cristo Seu Filho e a Comunhão do Espírito Santo, que dá Vida. Depois do Pentecostes, a Igreja celebra, neste Domingo do Tempo Comum, a Solenidade da Santíssima Trindade. Não se trata de um enigma, nem de uma fórmula matemática ou de um quebra-cabeças. Trata-se do mistério de Deus, que é Amor, que é eterna relação de doação, de entrega, de comunhão entre as três pessoas. Hoje desafio-vos a contemplarmos a nossa Magnífica Humanidade à luz da Magnifica Trindade.
Completámos os 50 dias de Páscoa. Chega hoje à sua plenitude o tempo de Páscoa, com a Solenidade do Pentecostes. De facto, o Dom por excelência da Páscoa do Senhor é o Espírito Santo. O Espírito Santo é o Amor de Deus em Pessoa, é a Pessoa divina do Amor, que une o Pai e o Filho e Se faz Dom em nós e para nós! O Espírito Santo é o Amor do Pai e do Filho, que transborda do mais íntimo do coração de Deus e é comunicado e derramado no mundo, na Igreja, no coração de cada pessoa.
Da Páscoa à Ascensão quarenta dias vão. E hoje, em vez de lágrimas na partida e na despedida de Jesus, fazemos Festa. Porque Ele parte para ficar e nós ficamos para partir. Na verdade, a Ascensão não é uma despedida de solteiro, nem uma fuga para o alto. Não é a hora de Jesus Se despedir de nós. É a hora de Ele nos expedir a nós, em missão. Agora é a nossa vez. Nestes dias, entre a Ascensão e o Pentecostes, não estamos órfãos, porque o Espírito Santo nos assiste e porque Maria está connosco, como esteve com a Igreja nascente. Em pleno Dia Mundial das Comunicações Sociais, peçamos perdão, pelas vezes, em que não demos rosto nem voz às razões da nossa esperança. Invoquemos a misericórdia do Senhor.
A nossa missão
Palavras que nos guiam


















